quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008


Uma paixão em preto e branco, um amor incondicional.

O Clube Atlético Mineiro (Galo) fará 100 anos, no dia 25 de março de 2008 e têm uma das maiores torcidas do Brasil, sendo uma das mais fanáticas. Aos gritos, choros, alegrias, na vitória ou na derrota os torcedores não abaixam a cabeça, continuam do lado do seu time e não esvaziam o campo de futebol. Pelo estudo realizado pela empresa de Gestão Esportiva Golden Goal, é o segundo time com maior média de público pagante em todas as edições do Campeonato Brasileiro, com média de 24,6 mil torcedores por partida, campeão de 10 em 37 edições. A melhor média no ano de 2007, no Campeonato Brasileiro foi de pouco mais de 23 mil pagantes. Por isso o clube criou em 2006, “a camisa 12” que representa todos os torcedores. Nenhum jogador a usa, como forma de agradecimento pelo carinho e força principalmente por causa recuperação para série A. O maior público da história foi no jogo Atlético X Flamengo em fevereiro de 1980, sem contar os clássicos regionais.
Para melhoria administrativa, o clube criou o torcedor colaborador que é um convênio do Atlético com a Cemig, no qual qualquer torcedor que queira, contribui com uma taxa cobrada através da conta de luz. Segundo o assessor de impressa do time Fernando Junqueira, o objetivo é de estruturar, desenvolver e melhorar as categorias do clube, como a ampliação do CT (Centro de Treinamento).
Dentro do público atleticano, há uma torcida organizada, Galoucura, que acompanha em campo todos os jogos, e em um jogo de 40 mil pessoas leva na faixa de 10 a 15 mil torcedores, afirma o administrador da Galoucura Anderson Arcebispo. E ele ainda explica o lema: "Se Você Não Pode Com Ela, Junte-se A Ela”, que foi dita por uma autoridade e foi modificada pela Galoucura para: Garra, Determinação e Respeito. Uma das músicas mais cantadas no campo originou depois da criação da torcida organizada, “a Galoucura canta, a massa se levanta e só do Galo ê ê...”.
O micro empresário Mauricio Xavier, 58, é atleticano há 50 anos e lembra de sua ida no primeiro jogo no antigo estádio Antônio Carlos em 1957, e aponta a diferença de um torcedor há 30 anos atrás, “antigamente o torcedor era apenas apaixonado. Hoje é mais exigente, menos paciente e mais violento, mas a paixão continua a mesma.” E elogia a torcida em um dos momentos mais críticos do time, o rebaixamento para a série B em 2005, “foi uma decepção, mas a torcida aplaudiu o time mesmo caindo.” O estudante de Educação Física Daniel Silva, 21, diz que estar com a torcida atleticana no Mineirão é um sentimento único, e com orgulho diz sua frase predileta escrita por Roberto Drummond, “SE EXISTE UMA CAMISA PRETA E BRANCA PENDURADA NO VARAL NUMA TEMPESTADE, O ATLETICANO TORCE CONTRA O VENTO!”.
Luciana Xavier

sábado, 9 de fevereiro de 2008

CAMINHOS


Na vida há muitos caminhos a escolher. Tão difíceis que nunca teremos a certeza de qual é o certo ou o melhor.
Porque ao percorrer da trilha,nos deparamos com incertezas,medo, surpresas, novidades, alegrias, desapontamentos...tantos os sentimentos que em um momento da nossa respiração mergulhamos em um mar, e em suas profundezas procuramos descobrir qual o real valor da vida, e se podemos ou devemos trocar de caminho. Por comodidade, muitas vezes continuamos,por medo mudamos. Mas a pergunta sempre fica em nossos corações, pois se há felicidade: a certeza chega, mas se há tristeza: indagamos até ao nosso Deus porque a vida é tão injusta ao ponto de derramos lágrimas e sentimos dor. Ao ponto de querermos ter outra vida.
E não paramos para pensar que a vida é construída em ciclos, em montanhas russas. E o que faz ter sentindo na caminhada são os altos e baixos, pois esses nos fazem crescer, desestruturar e depois se levantar. Esses caminhos que constroem a fortaleza que há dentro de nós. Basta cada pensamento se dirigir em um sentido desejado. E mesmo com muitas dúvidas, sempre vai ter tempo para mudar, e construir um novo caminho, uma nova força, um novo sentimento, UMA NOVA VIDA. Único conselho: viva com o coração.
Luciana Xavier

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O livro " Caçador de Pipas" x Afeganistão



O livro ,Caçador de Pipas, têm um história espetácular. Me envolveu a tal ponto, que ao acabar o livro fiz questão de pesquisar um pouco mais sobre a história onde passa, o Afeganistão e seus arredores. Apesar do tema principal ser a fidelidade, amizade e amor, o livro causa grande choque,impacto no leitor em relação a cultura(diferenças étnicas) e a forma com que o Afeganistão é dominado em 79 pelos soviéticos, e após terem sido dominados pelos fundamentalistas do Talibã. Que com grande crueldade destroem umas das principais cidades,que envolve parte da história do protagonista Amir,Cabul.


Vale a pena ler.
Luciana Xavier